Sempre sonhei em ser mãe. Ficava estufando a barriga, alisando, fingindo que estava grávida desde que era criança. Chegava até a embolar uma toalha e colocar por baixo da blusa para que uma dose de realismo fosse dada à minha fantasia.Tinha muitas bonecas, mas não conseguia tratá-las como se fossem minhas filhas,as tratava como minhas amigas.Meu nenem estava na minha imaginação.
Quando o exame realizado na semana retrasada confirmou minha gravidez, passei, em poucos segundos, por pânico, alegria, medo, enjôo, contentamento, e tantos outors sentimentos mesclados. Quando meu marido chegou em casa é que realmente percebi que aquilo tudo era de verdade. Sonhava com alguém perfeito pra mim, mas achava que essa coisa de alma gêmea, de príncipe encantado nunca sairia da minha imaginação.A verdade é que ele existe, me faz a mulher mais feliz do mundo e agora nunca mais vou precisar colocar toalha na barriga. Graças ao meu Fredinho. Minha vida.
Sei que as coisas que escrevo parecem -e podem realmente ser- piegas, mas quem ama, quem é feliz de verdade, não devia ter vergonha de demonstrar seus sentimentos. Se todos tivessem a coragem de transcrever todos os sentimentos- bons- reprimidos, o mundo seria bem melhor.
E é esse mundo que quero pro meu filho. Piegas ou não, sempre feliz!!!!!!
Bju enorme,
Dani.
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